" Serei o homem mais amado da América!"
(George W. Bush, logo após ser eleito presidente americano)
"Agora o Brasil tem o presidente que merece!"
(Lulla, todos os dias, em frente ao espelho)
"Quero dizer que a economia americana é inabalável. A palavra crise não existe para nós!"
(John Mc Cain, na campanha presidencial)
sábado, 6 de dezembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008
O limite da estupidez humana.
Quando o assunto é religião eu sempre procurei guardar minhas opiniões e não emiti-las, já que cada pessoa é livre para professar sua fé e suas crenças e essa sempre foi a minha crença. Mas tudo chega a um limite onde toda pessoa tem a obrigação moral fazer algo, nem que seja um simples desabafo.
Esta semana uma criança na Somália, com apenas 13 anos, foi violentada, estuprada por três homens adultos e se essa violência já não fosse o bastante, a criança foi julgada `` em nome da honra da família``, e considerada culpada de prostituição, inclusive com a conivência do próprio pai, e como resultado foi morta por apedrejamento num estádio, na presença de toda a comunidade local (mais de 1000 pessoas). Este é um costume islâmico, que é constantemente colocado em prática. Posteriormente, graças a uma forte pressão de ONG´S, o governo local admitiu ter cometido ``excessos``. É lamentável que ainda hoje ocorram fatos como estes, em nome de religiões. Eu digo em nome de religiões e não em nome de Deus, pois não posso acreditar que essa seja a vontade Dele, e digo ``em nome`` pois também não acredito que essa seja uma regra de qualquer igreja. Mas o que mais me espanta é ver que dentro do islamismo ocorram tantas barbáries, tantas atrocidades. Será que é pelo fanatismo de alguns seguidores, ou pela covardia da maioria, que assiste calada a todas estas aberrações. Não podemos, como já disse, culpar a religião por tudo que acontece, mas é bastante claro que os líderes islâmicos são partidários de atitudes violentas e da subserviência de seus seguidores, e ainda vejo que apesar de ser uma das três grandes religiões do planeta (hoje a maior), o islamismo está fraguimentado em diversas seitas, onde cada qual segue sua própria versão do Corão, quase sempre para justificar o domínio, impor o medo e espalhar o terror. É tempo de se começar a tirar este véu, que literalmente encobre a visão de todo um séqüito de fiéis, que na minha visão de religião, estão mais para infiéis.
Deva
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Crise econômica.
Estou reeditando este post, em virtude dos últimos acontecimentos, já que até mesmo nós, simples estudiosos do dia-a-dia, já prevíamos o que está acontecendo e por que então os governos não tomaram medidas para amenizar a crise que se vislumbra?
Notem que publiquei o texto a seguir, no dia 29/02/2008, portanto já há 6 meses e ainda assim, não vi providências sendo tomadas.
Segue o texto original, que também pode ser encontrado aqui neste blog nas ``postagens mais antigas``.
Deva Mantovani
** Texto publicado originalmente no Informativo Viva-Voz de São José do Rio Preto.
Notem que publiquei o texto a seguir, no dia 29/02/2008, portanto já há 6 meses e ainda assim, não vi providências sendo tomadas.
Segue o texto original, que também pode ser encontrado aqui neste blog nas ``postagens mais antigas``.
Crise econômica
Bem, por definição a palavra economia que vem do grego ``oikos``(casa, propriedade) e ``némien``, (administrar, por regras), tem como significado o ato de administrar uma casa ou propriedade, porém o pensador Santo Tomás de Aquino(1225-1274), percebeu que ela era mais abrangente e deu-lhe a seguinte definição: Ato administrar riquezas, bens e despesas domésticas.Hoje a economia é uma ciência muito complexa e que deve ser estudada em conjunto com a política, que se tornou seu principal componente. Diante da globalização, ficamos muito dependentes dos fatos que acontecem por todo o planeta e uma crise na Ásia pode derrubar as Bolsas no mundo todo, como já ocorreu.Desde os meados de 2007 iniciamos um processo de desestruturação econômica, que julgo ser o mais grave desde a Segunda Guerra. Dizem os especialistas que tal processo teve origem em empréstimos imobiliários sem garantias, feitos por bancos americanos. Mas ao nos aprofundarmos na questão veremos que o problema é muito maior e já vem se arrastando por anos, conforme já alertou o escritor Robert T. Kiyosaki em seu livro ``Pai Rico, Pai Pobre``. Acontece que nos anos 60 houve um enorme número de nascimentos nos Estados Unidos, estas pessoas entraram no mercado de trabalho praticamente ao mesmo tempo, gerando uma das maiores poupanças já vistas. Agora, estas poupanças que foram aplicadas, principalmente em fundos de ações, terão que se transformar em rendimentos para estas pessoas que estão se aposentando. Aí teremos um forte movimento de venda de ações, e onde existe muita oferta vai, sem dúvida, haver queda de preços e numa economia globalizada acaba gerando um efeito cíclico, ou seja, se o preço está em queda vende-se antes que caia mais, aumentando ainda mais a oferta que derrubará os preços, colocando em rico as próprias empresas lançadoras das ações. Este efeito, potencializado pelo medo, falta de ações políticas e pela incapacidade de reação dos mercados, visto que é impossível para uma empresa saber em que parte do mundo estão sendo negociadas suas ações, pode levar o mundo a viver um``Crash`` global. Todo cuidado ainda será pouco.Deva Mantovani
** Texto publicado originalmente no Informativo Viva-Voz de São José do Rio Preto.
Edição de fevereiro/2008
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